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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

“SEXO VIRTUAL”: HOMEM É PRESO ACUSADO DE EXTORQUIR MULHERES

Policiais civis de Sergipe e do Maranhão prenderam na tarde desta quinta-feira (14), o desempregado Ginaldo de Oliveira Perreira, 43 anos, natural da cidade de Rio Real (BA). Ele é acusado de extorquir mulheres e casais que conhecia na internet.
Segundo a polícia, Ginaldo conhecia mulheres e casais por meio de salas de bate-papo na internet. Em seguida, trocava mensagens pelo MSN e por e-mails com as vítimas. Para conquistar a confiança das pessoas, ele se passava como psicólogo. "Ele ia criando intimidade", disse o delegado do Departamento de Investigações Criminais (DEIC) do Maranhão, Paulo Aguiar.
Após adquirir a confiança das vítimas, utilizando-se de uma webcam, Ginaldo iniciava um "namoro virtual" que culminava em "sexo virtual". Ele registrava todas as cenas e gravava em seu computador.
A partir daí começava a extorsão. Em posse das imagens, Ginaldo entrava em contato com as vítimas e ameaçava divulgar as cenas na internet caso não fosse depositado uma quantia em dinheiro na sua conta. Segundo o delegado Paulo Aguiar, o acusado cobrou R$ 30 mil a uma maranhense de 36 anos, que prestou queixa à polícia e que resultou na investigação policial e na prisão do estelionatário.
De acordo com a polícia, como não teve retorno por parte da maranhense Ginaldo chegou até a enviar fotos para o Orkut (site de relacionamento na internet) do filho da vítima. "Eram imagens fortes", relatou o delegado Paulo Aguiar.
Na casa de Ginaldo, no conjunto Dom Pedro I, zona oeste da capital, foram encontrados 40 CD`s, um pendrive, três modens, um notebook, uma webcan e uma lista de 300 nomes e telefones de pessoas de vários Estados.
Sergipe
O delegado maranhense informou que investigações iniciais apontam que em Sergipe, duas mulheres foram vítimas do golpe.
Segundo o delegado sergipano, Flávio Alburqueque, que participou da operação, existem vítimas de Ginaldo em vários Estados. Ele pediu que quem manteve contato com o acusado devem procurar a polícia. "É preciso que as vítimas tenham coragem... que elas apareçam".
*Atalaia Agora

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